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Doação de órgãos: um gesto que transforma perda em vida

Um único doador pode salvar ou melhorar a vida de muitas pessoas. E tudo começa com uma conversa em família.

Como funciona a doação no Brasil

A doação de órgãos após a morte acontece, na maioria dos casos, quando é confirmada a morte encefálica — a perda completa e irreversível das funções do cérebro, atestada por protocolos médicos rigorosos definidos em lei. Confirmado o diagnóstico, a Central de Transplantes é acionada e os órgãos são destinados a quem espera na fila única nacional, por critérios técnicos como compatibilidade e gravidade.

O detalhe que muda tudo: no Brasil, quem autoriza a doação é a família. Nenhuma carteirinha ou registro substitui isso. Se você quer ser doador, avise as pessoas que ama — essa conversa simples, feita em vida, é o que torna a doação possível.

Podem ser doados coração, pulmões, rins, fígado, pâncreas e intestino, além de tecidos como córneas, pele e ossos. É por isso que se diz que um único doador pode beneficiar muitas pessoas — cada autorização movimenta uma corrente de vida.

Mitos e verdades

Onde se informar

Para saber mais, procure a Central Estadual de Transplantes de Goiás ou o Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde. Para doação de medula óssea, o cadastro é feito no REDOME, nos hemocentros — em Goiânia, no Hemocentro de Goiás. E lembre-se do essencial: avise sua família.

Estamos ao seu lado, 24 horas por dia

Falar sobre a finitude com quem amamos é um gesto de cuidado — seja para doar órgãos, seja para planejar o amanhã. Nossa equipe pode ajudar nessa conversa.

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